COLEGAS, JUNTEI O MEU RESUMO COM O DA COLEGA GRAZI E ESCREVI O TEXTO ABAIXO.
ACREDITO QUE AQUELAS QUE NÃO COLABORARAM ATÉ O PRESENTE MOMENTO DEVEM TER SUAS RAZÕES, MAS ACHO QUE NÃO DEVEMOS ATRASAR A ENTREGA DA ATIVIDADE. VOU POSTAR NO BLOG COLABORATIVO ESSE TEXTO COM O NOME DE TODAS AS PARTICIPANTES DO GRUPO...
QUALQUER PROBLEMA ENVIE UM E-MAIL irisaad@yahoo.com.br.
ESPERO QUE NÃO FIQUEM CHATEADAS, MAS É MUITA ATIVIDADE, SE NOS ATRASARMOS NAS ENTREGAS VIRARÁ UMA BOLA DE NEVE!!!
BEIJOCAS E FOI UM PRAZER!
Oi!
Colega fizeste muito bem em concluir a atividade, tentei contribuir,mas infelismente o que escrevi não foi aproveitado, tudo bem!!!
Sheila
Grupo C
Educação, formação e trabalho
Não há conhecimento de referências separadas sobre educação e ensino de Marx e Engels, porém, existem análises que surgiram em meio às críticas feitas por eles ao capitalismo. Na realidade falaram em educação pois era um tema inevitável se tratando de igualdade de classes.
A temática da educação surge a partir da discussão sobre a divisão do trabalho. As condições materiais do mundo permitem desenvolver de maneira igual uma totalidade de qualidades. Porém, a divisão do trabalho leva o indivíduo a se entregar apenas a uma paixão reprimindo o desenvolvimento de suas faculdades criadoras.
A atividade em sociedade, com os outros, é um modo de apropriação da vida humana.O desenvolvimento local ou universal , a medida que se ultrapassam os limites porque se deixam aprisionar ,depende da evolução e da participação do indivíduo na sociedade. O capitalismo transforma o “ter” em necessidade primária da vida do indivíduo, transformando-o em um ser egoísta e mais preocupado com o seu bem-estar que com o bem-estar da sociedade como um todo. O capital começa por fazer prisioneiro o progresso histórico e o coloca a serviço da riqueza.
Os autores ressaltam que é necessário “ser” ao invés de “ter” e que para isso é preciso formar indivíduos integralmente: indivíduos transformadores que pensam, agem, interferem na realidade, fazem a diferença e que pensam no coletivo. Essa seria a forma de Educação para uma sociedade melhor, mais justa e igualitária.
Podemos vivenciar claramente a educação capitalista que vivemos. É notável a importância dada aos estudos e à formação apenas para uma melhor colocação profissional, mesmo que essa colocação não seja efetivamente aquela que traz a realização profissional.
Se observarmos os concursos vestibulares percebemos o quanto o “status” de algumas profissões tornam competidas as vagas a determinados cursos. Diversas vezes o adolescente nem demonstra interesse em ser médico e acaba optando pela Medicina apenas por acreditar na boa remuneração que terá.
Podemos ainda perceber, quanto ao ter sobrepondo-se ao ser, o abandono das crianças por seus pais. Os adultos trabalham todo o tempo possível com o argumento de poder dar melhores condições a seus filhos. No entanto o que vemos são crianças cada vez mais carentes de afeto, atenção e carinho familiar.
O capítulo trata da importância da prática na vida humana. Tudo é muito bonito quando está no papel (teoria), mas será que é possível preservar essa beleza na prática?
O processo de transformar a teoria em prática é algo bastante complicado também na educação. Isso porque depende muito do educador e que este se auto-avalie e perceba em primeiro lugar sua própria educação.
Essa divergência entre teoria e prática também pode ser encontrada na sociedade, antiga e atual, onde temos, por exemplo, políticas públicas maravilhosas (em documento) e que na prática não chegam a render a metade que prometem.
Vale a pena ressaltar então a influência que o indivíduo tem sob o meio em que vive. Meio este, que torna o desenvolvimento do homem unilateral, através de regras, leis , modos de vida, etc., que vão sendo impostos a quem vive nesta sociedade.
Até onde nós, como cidadãos e educadores, devemos seguir ou não esses conceitos e conteúdos que a sociedade nos impõe? Como identificar o que realmente é indispensável?
Será que vale a pena passarmos a nossa vida procurando maneiras de ganhar dinheiro para tentar suprir a falta que a nossa presença em casa faz?
Ou ainda, as nossas escolas estão realmente preocupadas em formar cidadãos conscientes de seu papel na sociedade e colaborativos com o coletivo?
Como começar e o que fazer para que a realização profissional ser mais importante que o status em nossa sociedade?
Essas são dúvidas que devem ser resolvidas por nós mesmos, como seres humanos e não pela nossa conciência
Vale a pena parar para pensar… as idéias não são novas, a realidade é que permanece a mesma!
VEJAM NO BLOG COLABORATIVO A NOSSA VERSÃO FINAL!!!
Olá Colegas!
Nosso grupo tem seis integrantes:Cláudia Costa, Cristiane Diel,Elizabete Neto, Grasiela Birk, Iris Dias e Sheila C. M. de Oliveira.
Neste espaço construiremos a síntese do texto:Educação, formação e trabalho (p. 27 a 44); MARX & ENGELS. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983.
Sintam-se a vontade para postarem e ou alterar a síntese.Coloquem a data e o nome a cada edição.
Bom trabalho!
Até breve.
Sheila
Olá Colegas!
Achei a leitura difícil.Publiquei este texto para darem uma lida,fazerem alterações ou deixaremm alguma observação:
Lendo Marx e Engels entendi que as condições materiais do mundo permitem desenvolver de maneira igual uma totalidade de qualidades.Porém a divisão do trabalho leva a entregar-se a apenas uma paixão.As circunstâncias em que este indivíduo evolui influenciam no seu desenvolvimento que pode ser unilateral,,desenvolvimento de uma qualidade apenas, ou seja, mutilado.
No que se refere ao pensamento é determinado pela individualidadecomo também pelas condições em que se vive.Quando o indivíduo exerce atividades diversas e tem uma vida multiforme,o pensamento assume o mesmo caráter de universalidade que todos os passos dados pelo indivíduo.
A atividade em sociedade, com os outros, é um modo de apropriação da vida humana.O desenvolvimento local ou universal , a medida que se ultrapassam os limites porque se deixam aprisionar ,depende da evolução e da participação do indivíduo na sociedade.
O ESTADO , representa o público , ele é o mediador entre o homem e a liberdade,ele generaliza anula a seu modo as diferenças.A RELIGIÃO representa o privado .O indivíduo vivendo na comunidade política é considerado um ser coletivo ,já vivendo na sociedade civil atua como particular.
A evolução histórica e política , a arte , a ciência ,etc., se desenvolvem nas altas esferas acima dessa massa trabalhadora .O capital começa por fazer prisioneiro o progresso histórico eo coloca a serviço da riqueza.
Os autores ressaltam que o trabalho,em suas formas históricas escravidão, servidão e assalariado não deixa de ser repugnante , porque é trabalho forçado,imposto a partir do exterior e frente ao qual o não trabalho é “liberdade e felicidade”.
Obs.:Meu computador foi para conserto ,por isso não trabalhei no final de semana.Hoje fui ao pólo para realizar esta tarefa.
Abraços
Sheila 20/11/2006
Gurias! Fiz um pequeno resumo do que entendi do começo deste capítulo, pois como achei uma leitura bem difícil preciso ler e reler para compreendê-lo melhor, conforme for escrevendo mais, incluo a este.
Através deste capítulo pode-se perceber a importância da prática na vida humana. Tudo é muito bonito quando está escrito no papel (teoria), mas será que é possível preservar essa beleza na prática? Nem sempre.
Sair da teoria para a prática também é algo bastante complicao na educação. Complicado porque depende muito do educador e que este se aut avalie e perceba em primeiro lugar sua própria educação.
Essa diergência entre teoria e prática também pode ser encontrada na sociedade, antiga e atual, onde temos, por exemplo, políticas públicas maravilhosas (em documento) e que na prática não chegam a render a metade que prometem.
Vale a pena ressaltar então a influência que o indivíduo tem sob o meio em que vive. Meio este, que torna o desenvolvimento do homem unilateral, através de regras, leis , modos de vida, etc., que vão sendo impostos a quem vive nesta sociedade.
A questão que fica então é até onde nós, como cidadãos, devemos seguir ou não esses conceitos e conteúdos que a sociedade nos impõe. Como saber o que realmente é certo e errado? Essas são dúvidas que devem ser resolvidas por nós mesmos, como seres humanos e não pela nossa conciência.
Grasi Birck
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