taniabernardon1 Criamos esta página do grupo G ECS9, com as componentes, Cleide,Ivanize, Maria Luiza, Marlene, Tania Bernardon e Magali Borne.
Conforme o combinado aí estão os endereços:
*cleide.mariadasilva@gmail.com
*ivanizehonorato@hotmail.com
fone:93118483 34754009
*luiza.riess@ufrgs.br
fone:35896370 96091512
*tanbernardon@yahoo.com.br
fone:054 91250296 30455096
*magaliborne@yahoo.com.br
fone: 35541195 98829191
*marleneroloff@gmail.com
Gurias, conforme foi solicitado na ECS9, fiz uma síntese do texto.Leiam, mudem, acrescentem.Eliminem tudo se for preciso.Sintam-se bem a vontade.Um abraço, Cleide.
EDUCAÇÃO, TRABALHO INFANTIL E FEMININO - ECS9
É repulsivo, que em alguma época tenha sido considerado legítimo e saudável o trabalho de crianças e adolescentes ("aquele que quer comere tem de trabalhar, não só com seu cérebro, mas também com suas mãos").
As crianças, a partir dos 9 anos de idade, eram conduzidas ao trabalho por seus próprios pais e não havia defesa de seus direitos.
De acordo com Karl Marx, a sociedade não podia permitir que pais e patrões empregassem seus filhos, salvo se esse trabalho fosse paralelo com a educação. O trabalho noturno, de crianças, deveria ser proibido por lei.
Uma "lei ilusória", que dizia que as crianças deveriam permanecer encerradas por um determinado número de horas, por dia, entre quatro paredes, em um local chamado "escola", foi criada. Sendo que não raro acontecia, que a pessoa que se dizia professor neste local, não sabia nem ao menos escrever o próprio nome e o local era impróprio para o número de crianças que atendia.
A lei fabril inglesa, veio minimizar a situação: os pais não poderiam enviar seus filhos menores de 14 anos às fábricas, sem enviá-los ao mesmo tempo à escola primária. O fabricante era responsável pela observação da lei. O ensino na fábrica era obrigatório e uma das condições de trabalho.
Depois da lei foi verificado que as crianças que iam meio turno na escola e no outro trabalhavam, aprendiam muito mais do que os que ficavam tempo integral na escola.
Os fabricantes preferiam as mulheres casadas para trabalhar em seus teares, pois a família dependia do seu trabalho, fazendo com que trabalhassem com mais afinco, sendo mais ativas e cuidadosas. Transformando assim, toda a pureza e doçura de seu caráter em instrumento de tortura e escravidão.
As crianças e adolescentes trabalhadores eram massacrados, em um trabalho fatigante, que não lhes capacitava para trabalho algum e quando não serviam mais para aquilo, eram simplesmente mandados embora, sem emprego ou instrução. Transformando-se em criminosos, por não conseguirem outra atividade.
Com a indústria moderna (tecnologia), o trabalhador se vê sob a ameaça constante de perder seu meio de sobrevivência. O trabalhador precisa ser mais versátil, trabalhando em vários ofícios.
Os filhos do operários recem ensino tecnológico e aprendem a manejar diferentes instrumentos de produção.
A exploração do trabalho infantil é mantido pelos pais, que exercem sobre seus filhos uma autoridade arbitrária, sem freio e sem controle, transformando-os em máquinas de produzir salários.
Por mais repugnante que pareça ser a decomposição da velha estrutura familiar, dentro do sistema capitalista, foi a indústria moderna que criou um papel decisivo, que dá às mulheres, adolescentes e crianças, o novo fundamento econômico para uma forma superior da família e das relações entre os sexos.
Uma reformulação na lei, em 1842, sugeria efeitos mais benéficos aos trabalhadores menores e adultos:horas de trabalho regulares e moderados; menos tempo de trabalho em idade prematura; oportunidade para estudo, pelo menos até aos 13 anos, lhes proporcionaria descanso e bem estar.
Embora o Parlamento tenha aceitado as sugestões, vinte anos após, tudo continuaria igual: os abusos continuavam e as crianças cresciam sem a menor noção de moral, sem educação, sem religião e sem o afeto da família.
Em 1867 uma nova lei regulamenta as grandes e pequenas indústrias. Estabelecendo multa para os pais e donos de oficinas que empregassem crianças, adolescentes e mulheres. Não tendo funcionado também, por abertura de exceções, compromissos com os capitalistas e falta de cobrança pelas autoridades locais.
Crianças, adolescentes e mulheres continuaram sendo explorados.
De acordo com ENGELS em "Carta a Gertrud Guillaume-Schack" (1885), a mulher necessita de mais proteção contra a exploração capitalista e que " uma verdadeira igualdade de direitos entre homens e mulheres só poderá ser verdadeira quando se tiver eliminado a exploração capitalista sobre ambos e o trabalho doméstico privado seja convertido em indústria pública".
Ainda segundo ENGELS, em "A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado", "na família, o homem é o burguês e a mulher representa o proletário".
O caráter particular do predomínio do homem sobre a mulher, na família moderna, assim como uma igualdade social entre ambos, não se manifestarão, enquanto homem e mulher não tivarem direitos absolutamnete iguais. O que quer dizer que a libertação da mulher exige a reincorporação de todo sexo feminino na indústria social, requerendo, assim, a supressão da família individual enquanto unidade econômica da sociedade.
Fazendo relação do texto lido com a realidade escolar, o que posso dizer é que hoje ainda temos crianças e mulheres que trabalham e são exploradas pela família. Sei de alunos da escola, que por residirem perto de uma pedreira, passam a tarde ou a manhã, conforme seu turno de aula, "tirando pedra", como eles mesmos dizem,vindo para a escola com as mãos cheias de bolhas e calos. Segundo os pais, é preferível que estejam ali trabalhando, do que na rua.
Outro fato muito comum em nossa realidade, são as mães "chefes" da casa, que deixam os filhos para trabalhar, enquanto os homens ficam nos bares bebendo, esperando que elas lhes tragam dinheiro.
Dentro desta situação há ainda a exploração dos filhos mais velhos, que devem cuidar dos pequenos, fazendo todo o serviço da casa e ainda tendo que dar conta dos estudos na escola.
Elaborado por Cleide, para apreciação, modificação, eliminação ,do grupo G.
Gurias, sintam-se bem a vontade...abraços....Cleide
Colaboração Magali Borne
Ao ler, não pude deixar de pensar que, dentro das devidas proporções, o que Marx e Engels descrevem neste texto escrito a mais de 100 anos, se compara a todos os estudos de hoje, se compara a todas as discussões que hoje são mantidas.Naquela época a Revolução Industrial foi uma das principais ppropulsoras do trabalho infantil e feminino e hoje acredito que a crise social é portadora de grande parte desta culpa.
Todos os membros da família precisa se preocupar e se ocupar com a busca do sustento repetindo a frase citada como exemplo de Marx; "quem quer comer tem de trabalhar, mas não só com o cérebro, mas com as mãos. A educação intelectual antes vista como desnecessária passou, com o tempo, a ter grande importância.
A formação do corpo docente passou a ser uma constante preocupação, hoje buscamos cada vez mais aprimorar todos os setores voltados ao professor. No passado o confinamento por determinado número de horas era o exigido, com o passar do tempo sentiu-se a necessidade e não só a educação inteletual como a corporal e a tecnológica tomaram força. estes tres tipos de educação, após analisados foram e são dados como meios importantes no processo de crescimento humano.
Após m uitos anos de lutas e buscas, regras,ordens,interpretações diversas as crianças começaram a ter os seus direitos infantis respeitados apesar de que ainda existe a exploração e o domínio. Marx cita que o homem pelo seu domínio é o burguês e a mulher representa o proletariado na sociedade familiar. Já na sociedade industrial a mulher se faz presente e é necessária.
Com a crise social a mulher teve que ir a luta para o seu sustento e muitas vezes da família, com a igualdade de direitos adquiridos por ela muitas coisas aconteceream e fizeram com que a estrutura familiar precisa da mulher como mantenedora, o que ao "meu" ver, muitas vezes é prejudicial porque toda a criança precisa de uma "mãe" presente.Em uma parte do texto Marx e Engels descrevem o uso da mão de obra infantil passiva que era aproveitada até mais ou menos os 17 anos e depois não havia mais campo de trabalho para eles e devido ao pouco uso de suas faculdades mentais eram seres fracassados e que iam aumentar o mundo da criminalidade. Hoje no contexto social a criminalidade existe porque? onde vamos buscar estas respostas?
Como trata no texto da introdução do livro, as referências feitas pelos autores não são um sistema pedagógico mas estabelecem um marco para o sistema começar a evoluir e contruir-se. E leva todos a pensarem e considerarem a atividade escolar como um fenômeno auto suficiente e independente. Na atual sociedade é necessidade incontestável que haja uma transformação radical na maneira de agir e de pensar quanto ao dominador e o dominado e que apesar do tempo as idéias destes pensadores ainda são problemas para serem resolvidos.
FrontPage grupo D esc9
Essa luta pela igualdade ou dignidade existe à séculos onde as mulheres ganham menos que os homens, crianças são exploradas pelos próprios pais que as obriga a pedir esmolas ou juntar sucatas para vender, enquanto que eles ficam na sombra. E esquecendo assim de mandar seus filhos para a escola ; que é gratuita, inclusive oferece material necessário e merenda aos alunos. Tudo é uma questão de valores, muitos pais preferem ver seus filhos trabalhando, acham que assim não se envolvem em confusão. Não se preocupam com o rendimento escolar, reprovou , repete no ano seguinte. Mesmo tendo leis que proíbem emprego de menores, continua acontecendo, às vezes por necessidade. Muitas vezes me pergunto. Será que a partir da nossa colaboração na aprendizagem ,na educação poderemos mudar algo? Como?( grupo D ecs9}
Magali Borne acrescenta experiências pessoais de acordo com o texto:
a)Nossas crianças que pedem aula para ficarem cuidando dos irmãos menores enquanto a mãe trabalha fora.
b) Alunos que não pdem fazer as atividades de escolares de casa porque precisam auxiliar pais no trabalho, ex. aluno que precisa buscar e alimentar o cava,o que trás o sustento da família.
c) Mães que não podem se afastar do trabalho para participarem da vida escolar do seu filho aob ameaça de perder o emprego
Colaboração de Ivanize Honorato
Educação, trabalho infantil e feminino
Nas obras de Marx e Engels podemos identificar muitas questões relacionadas à educação, embora não tenham dedicado nenhuma obra específica a tal assunto. Mesmo desta forma, o aprofundamento é muito pertinente a época e contexto em que viveram. As situações produzidas pelo capitalismo foram propulsoras de suas opiniões e questionamentos acerca do tema.
A primeira metade do século XIX há a consolidação do capitalismo e burguesia, contestados pelo movimento socialista e anarquista. O descaso com as questões sociais, especificamente a educação, juntamente com os problemas enfrentados pela população operária, colocam a educação e ensino em primeiro plano, considerando-o como instrumento de transformação.
O capítulo do livro que trata sobre Educação, Trabalho Infantil e Feminino apresenta qual o valor dado a educação, e quais as prioridades das famílias, que nem sempre consideravam os desejos e necessidades das crianças e adolescentes.
O autor considera incorreta a participação de crianças e adolescentes na indústria moderna. Para tanto, faz uma análise do trabalho destes sob enfoque da família, educação e sociedade. Esta, deveria garantir aos seus membros todos os direitos, já que sozinhos não poderiam fazê-lo. A burguesia e aristocracia, preocupam-se apenas com suas crianças, da sua classe.
Na classe operária é diferente. O trabalho individual nem sempre compreende o verdadeiro interesse de seus filhos nas condições normais do desenvolvimento humano. O setor mais culto desta classe, considera a formação muito importante, julgando necessário aliar ao trabalho a educação, que pode ser classificada em intelectual, corporal e tecnológica.
Acredita-se que esta formação aliada ao trabalho produtivo, eleverá a classe operária a cima dos níveis das classes burguesa e aistocrática.
Engels repudia a degradação moral causada pela exploração capitalista do trabalho de mulheres e crianças.
A preocupação com ointelectual, afetado pelo trabalho operário, fez com que o parlamento inglês promulgasse a lei fabril, garantindo às crianças 3 horas por dia na escola com umprofessor responsável.
Tal lei prevê nº de hora e dias, frequencia e assiduidade de cada aluno, de acordo com sua idade e ocupação.Nos anos seguintes a lei obteve modificações a fim de beneficiar os verdadeiros projudicados neste sistema, mas com discordância por parte de alguns empregadores.
O texto retrata a situação de crianças do século passado, mas parece que faz uma relação com algumas crianças que conhecemos. Muitos de nossos alunos também necessitam trabalhar para ajudar no sustento em casa. Muitas vezes eles mesmos são responsáveis pela parte financeira, ou quando mão ocupam esta posição, precisam cuidar dos afazeres domésticos e dos irmãos menores enquanto os pais trabalham. nestes casos, a educação nem sempre é valorizada, pois faltam a aula, sem dar explicações à professora, e sem motivação pessoal e incentivo da família, acabam evadindo.
Como naquele tempo, também temos uma lei que, de certa forma, ampara nossas crianças: o ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente. Mas na prática sabem que ele não é respeitado.
E nós, professoras?... O que temo a ver com tudo isso?
Considero muito complicado essa questão, pois trabalho numa realidade bastante carente, em que muitas crianças precisam trabalhar para sobreviver... Como vou convencer os pais da criança que contribui financeiramente em casa, da importância da escola na sua vida? É certo pedir para que parem de trabalhar? É uma questão bastante delicada, mas não pode ficar sem a nossa ação. De alguma forma precisamos contribuir para a reversão deste quadro.
Minha contribuição Tania A divisão do trabalho consubstancial ao processo de implantação do modo de produção capitalista, é o eixo sobre o qual se articulam as colocações de Maxr e Engels, em torno do tema educação e ensino.Estabelece uma divisão, igualmente radical, entre os tipos de atividade e os tipos de aprendizagem , prolongando-se em uma divisão social e técnica que interfere no desenvolvimento do indivíduo e constitui o ponto chave deste trama que produz a exploração dos trabalhadores.
Sua pretenção não é retornar a situações pré- capitalista mas Marx e Engels pretendem ir além do capitalismo, e essa superação só pode se realizar acentuando as contradições e desenvolvendo as possibilidades do próprio capitalismo.
As propostas de Marx e Engels se movem num horizonte bem concreto: criticar a atual instituição escolar e mudá-la.Estavam conscientes das necessidades culturais, cientificas e técnicas, das forças produtivas que a sociedade industrial havia posto em marcha.Ambos procuravam fugir das colocações abstratas. A situação que lhes interessava é a dos trabalhadores e o modelo que pensam é o de uma estrutura social onde os trabalhadores tenha a hegemonia, onde desapareça a divisão do trabalho e a FELICIDADE substitua a NECESSIDADE.
A relação entre a divisão do trabalho e a educação e o ensino não é uma mera proximidade e nem uma mera consequência, mas é uma articulação profunda que explica com toda claridade os processos educativos e manifesta os pontos em que é necessário pressionar para conseguir sua transformação,conseguindo não só e emancipação social, mas também e de forma muito especial a emancipação humana.
Quero considerar que Marx e Engels ou até mesmo Paulo Freire consideravam e se mobilizavam em torno das pessoas trabalhadoras, com o objetivo de torná-las mais felizes, o mundo menos injusto.Deixaram escrito isto.
E nós não temos a competência de conhecer em nosso tempo e nem concretizar este sonho que fez parte de obras destes educadores.Lamento isso.
posted by Tania @ 8:36 AM 0 comments links to thi
Minha colaboração para a ESC9 Grupo G / Maria Luiza R. Riess
A partir da leitura do texto recomendado sobre Educação, trabalho infantil e feminino se faz pertinente dizer que Marx e Engels nunca escreveram um texto ou outro qualquer dedicado expressamente ao tema ensino e educação. Estam questões foram tratadas ao longo e paralelamente em suas obras. Suas afirmações atualmente só serão úteis em debate a índole e as condições de um sistema de ensino distinto, capaz de contribuir para a configuração de um horizonte histórico no qual as relações de dominação tenham desaparecido.
A falta de atenção as necessidades sociais da época no campo da educação e ensino própria do capitalismo está unida a dramáticas condições de trabalho da população e acentuadas nos casos de trabalho infantil e feminino.
As colocações de Marx e Engels se faz a partir da divisão do trabalho no modo de produção capitalista estabelecendo uma divisão entre tipos de atividade e aprendizagem, levando uma divisão social e técnica que interfere no desenvolvimento do indivíduo e constitui o ponto chave desta trama que se produz a exploração dos trabalhadores. A divisão se dá pelo trabalho manufatureiro ou industrial.
Engels já dizia "Vigiar asmáquinas, remover os fios quebradiços, não são atividades que exijam do pensamento, ainda que, por outro lado impeçam que ocupam seu espírito em outra coisa." Daí se deduz que alude diretamente a exploração e afeta substancialmente a educação e a formação dos indivíduos mutilando e reprimindo o desenvolvimento de suas faculdades criadoras.
No desenvolvimento do maquinismo se incorporou a força do trabalho e não a capacidade criadora do homem.
Com vista a isto, as propostas de Marx e Engels se movem em criticar a instituição escolar e tentar mudá-la.
Com os primeiros tempos da industrialização houve a extenção do trabalho infantil e feminino pelo aumento do trabalho simples. Aí originaram reivindicações para " ensino gratuito e obrigatório", para todas as crianças e adolescentes que trabalhavam e pertenciam a classe menos favorecida. Mas a sociedade racional da época tinha como lei que qualquer criança devia ser um trabalhador produtivo apartir de 9 anos de idade, e segundo a qual " aquele que quer comer tem que trabalhar, não só com seu cérebro, mas também com suas mãos."Assim sendo as crianças eram conduzidas ao trabalho por seus próprios pais e que para a lei ser cumprida tinham que estar na escola. A relação familiar era fria entre pais e filhos. Pois esta situação faziam dos pais, patrões, e filhos empregados só restavam deveres. Ao descrever as salas de aulas que estas crianças frequentavam me deixa estarrecida pela ignorância e o descaso, pois crianças eram despejadas entre 4 paredes de tamanho insignificante para o número de crianças que mantia e seu professor mal sabia ler e escrever seu próprio nome.
A exploração do trabalho infantil e feminino foi descrita como degradação moral ocasionada pelo sistema capitalista por Engels e por mais que evoluimos de diversas maneiras com relação à educação ainda há fatos que precisam se modificar, pois encontramos nas periferias mais pobres crianças fora da escola, trabalhando para ajudar no sustento da família. A mulher vem a uma longa caminhada lutando pela igualdade de direitos e mesmo assim ainda está presente no seio familiar o domínio do homem e submissão da mulher. Acredito que ainda conseguiremos uma sociedade mais justa, equilibrada em que a valorização do ser humano estará acima de tudo e para isto cabe a nós educadores contribuir para essa transformação através da nossa ação educativa.
Tendo em vista esta pequena abordagem do texto questiono:
O trabalho infantil é proibido por lei, mas será que esta lei está sendo cumprida?
E os direitos da criança e adolescentes estão sendo respeitados?
Muitas foram as conquistas da mulher até os tempos atuais, mas será que tais conquistas nos dá a igualdade social? E que benefícios através da igualdade social a mulher busca com relação ao homem?
OBS.: Colegas sintam-se a vontade para modificá-lo, caso não esteje coerente com o trabalho.
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